Terapia com Amor

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER



AS CURAS DE CÂNCER PELA PRÁTICA DA YOGA








Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?

Mas peraí, se a causa foi descoberta, por que ainda "não descobriram a cura??"

Otto Heinrich Warburg (1883-1970). Prêmio Nobel em 1931 por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer"

Segundo esse cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.

Por que?... porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ.

A ACIDEZ por sua vez EXPULSA o OXIGÊNIO das células!!!

Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."
Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!

Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."
Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.

E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."

Ainda segundo Warburg: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção."

E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos."

Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio... Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.
Resumindo:
Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento:
Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio:

IMPORTANTE:

Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo. Ou seja, depende unicamente do que você come!

O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro.

É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável,

o PH normal do sangue se encontra entre7,40 e 7,45. Leve em conta que se o ph sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma próximo a morte. Abaixo do nivel NORMAL , o sangue é tido como ÁCIDO.
Então, que temos a ver com tudo isto? Vamos ao que interessa!!

Alimentos que acidifican o organismo:

Açúcar refinado e todos os seus subprodutos - o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono refinado que pressiona o pancreas. Seu PH é 2,1, ou seja, altamente acidificante

Carnes - todas

Leite de vaca e todos os seus derivados - queijos, requeijão, iogurtes, etc.

# Sal refinado

Farinha refinada e todos os seus derivados - massas, bolos, biscoitos, etc.

Produtos de padaria - a maioria contém gordura sagurada, margarina, sal, açúcar e conservantes

# Margarinas

Refrigerantes

# Cafeína - café, chás pretos, chocolatte

Álcool

Tabaco

# Remédios, antibióticos


Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o trasforma em ácido- inclusive as verduras cozidas.

#Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue da metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, esses alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!! ... Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!

Alimentos Alcalinizantes


Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.

Frutas, igualmente as verduras, por exemplo o limão tem um PH " ácido " próximoa 2.2, porém - SAIBAM - dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos). Não se deixe enganar, impressionando-se com seu sabor ácido, ok? As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!

Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.

Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidez (saudável). Todos os cereais devem ser consumidos cozidos. O milho cozido é muito saboroso e muito saudável!

O mel é altamente alcalinizante.

# A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).

Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.

O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta. Não é preciso dizer mais nada, não é?


O Doutor George w. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:


“Todas as mortes ditas imprópriamente como "naturais", não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.”

Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai não se " pega ")nem se herda … o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida que produz o câncer.

Mencken escreveu:

“A luta da vida é contra a retenção de ácido”.

"O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."

O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer):

"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!”

Dr. Robert O. Young disse:


"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças."

E a quimioterapia?
Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma imediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai a grande velocidade o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.


Eis a resposta do início da mensagem: >>> É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria do câncer (leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica) e a quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia??

É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade??

Nota: Você se dá conta do que significa isto?

Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, não é?)

Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: "É ... poderia acontecer com qualquer um ..." Com qualquer um????
Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?

A ignorância justifica, o saber condena.

"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." Hipócrates

texto retirado em: http://comandoestrelinha.ning.com/forum/topic/show?groupUrl=saude-natural&id=3692814%3ATopic%3A386871&xgs=1&xg_source=msg_share_topic

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Zen no carnaval, pode ser?



Bem , há uma ideia de que ser Zen é apenas ficar meditando, não estar em lugares cheios, só ouvir musica new wave, um certo isolamento, comer vegetariano, praticar yoga, e se afastar o máximo das experiencias "mundanas". E quer uma experiencia mais mundana que carnaval? pelo menos aos olhos de alguns que se dizem ZEN.....
Minha experiencia pessoal diz que quer ser ZEN é estar no meio de um carnaval e achar o seu centro de alegria, ressignificar os valores sobre preconceitos, missiginação, é ficar aberto para deixar a boa música entrar na alma e se sentir perto de Deus.
Ser Zen é olhar para todas aquelas pessoas e se sentir como irmã, é vivenciar a certeza de que somos uma unidade só, toda aquela multidão é uma só, por mais que camarotes e cordas tentem separar esta verdade. Ver a beleza dos corpos movimentando, querendo achar seu ritmo e dançando com outros corpos , fazendo uma dança de congruencia e parcerias.
Ser Zen é se encantar com a beleza de um povo negro , com suas tranças nas cabeças, dançando o cu duro da nossa "pátria" Angola, e confirmando que a raíz está presente. Ser Zen é abstrair as misérias humanas que se apegam na critica, na feiura, na negação que há uma alegria natural nesse povo Brasil.
Ser Zen é acreditar que mais que violencia , somos filhos de Deus e com ELE podemos percorrer um percurso de mais de 6 horas,seguindo a música que vem da alma de alguém para nossa, sem cordas, com todos os irmãos juntos e se sentir protegida e em paz.
Ser Zen é SER FELIZ, independente de onde estivermos. Acreditar que no nosso CENTRO tem a paz, oferecido por AQUELE que incondicionalmente e volatilmente "tenta" nos despertar que o ZEN está dentro e não fora, e quando achamos este ZEN dentro, tudo o que está fora se transforma em DEUS!!!!
Claudia Aguiar

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Gentileza gera Gentileza


Alguns de vcs devem ter conhecido o poeta Gentileza que morava no Rio de Janeiro. Marisa Monte cantou a força do Amor que Gentileza pregava. A Metafisica reforça que a criação do mundo tem a ver com a criação que está na mente. GENTILEZA GERA GENTILEZA. DEsejo uma mudança de seus paradigmas mentais , e em consequencia, sentimentos mais nobres ou vice versa.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Tereza Cristina é adotada, e daí?



Claudia Aguiar

Mais uma vez a Rede Globo distorce um tema tão polêmico onde a sociedade ainda não tem maturidade para lidar com naturalidade ,como a adoção. Esta semana uma amiga postou no facebook a sua indignação pela falta de respeito de um alguém que abertamente condenou ela e o marido por terem adotado uma criança negra, em que ela naquele dia, estava feliz por seu filho está completando hum ano de idade. E logo em seguida, em rede nacional, a personagem de Cristiane Torloni e todo os núcleos da “fina” novela, se mostram estupefatos porque Teresa Cristina é adotada e filha de uma “louca’! O menino, filho da personagem, entrou em uma crise existencial porque os colegas da escola vão abusar dele, já que ”não” é mais neto dos avós bem sucedidos. O assessor cultural da história egípcia, propôs até chamarem os psicólogos de plantão para resolver o caso. E a filha que é uma pretendente a ser alguém que vai cuidar das neuroses alheias, resolveu que ela não ia ficar presa a esta “dor”(ser adotada é dor, já que a mãe sabia de sua condicão de adotada??????) que era bola pra frente!ui.....
Agora ,e os adotados que assistiram a estas cenas de horror, como será que ficaram?Esses protagonistas do mundo real que vivem eticamente com sua história de adoção, acolhimento, e sabem que mesmo não sendo frutos de uma gestação embrionária, são filhos de uma gestação psíquica e amorosa desses pais? Ou pior,o que é muito comum,quando muitos ainda estão vivendo o processo da rejeição uterina, e não se conformam em serem adotados e vivem conflitos de identidade, se sentem rejeitados, excluídos, e perseguidos da idéia de “normalidade” em que filhos são aqueles que são gerados biologicamente? vem uma telenovela e reforça..... Quantas famílias, já acompanhei de crianças adotadas não se sentirem pertencidas, mesmo os pais sendo pessoas amorosas , verdadeiras, acolhedoras, com acompanhamento psicológico e a pessoa adotada ter esta sensação de estranheza e distanciamento? O assunto é sério e deveria ser tratado com respeito e muita, muita sensibilidade. Retratar a adoção como se fosse uma situação de menos valia, de discriminação, inclusive de justificativas pela loucura de “Teresa Cristina”, só reforca a dificuldade que esta sociedade tem para ver a adoção como um ato de amor e respeito. Imagine uma sociedade consumidora de novelas globais, que deve ter mais de 40 milhoes de expectadores sendo influenciados a ajustarem os seus pensamentos sobre o assunto na ótica que a novela propõe : -Ah, agora a gente entende porque ela era tao louca ! adotada!!! Não era filha dos pais que ela tanto queria ser!!........E desta forma , o tema adoção fica reforçado como uma acão perigosa, repulsiva, preconceituosa.
Adoção é um tema muito mais complexo do que se imagina. No Brasil, onde a maioria das crianças a serem adotadas são negras, os casais que se propõem adotar ,na maioria brancos, vão buscar crianças brancas para serem seus filhos, com uma justificativa, que assim eles podem sentir as criancas como suas.......Mas como? adoção não seria acolher o outro para cuidar, nutrir, acompanhar, amar , o que então esta identificação de cor é condição para se entregar? Parece que está imbuído um preconceito de acolher o ser humano como ele é , e querer aquele a quem eu reconheço como sendo igual a mim. E nos deparamos com crianças negras que tem suas vidas infantis em orfanatos porque aqueles que se dizem na busca de dar amor , não podem amá-las. Ainda bem que temos famílias, como a da querida Ro, que se enebriam de felicidade por ter a capacidade de amar um filho negro e adotado, como ela mesmo colocou em seu facebook.
Bert Helinger, terapeuta alemão, idealizador das Constelacões Familiares, indica que o ideal é que as pessoas possam continuar vivendo no seu núcleo familiar. Sejam com avós, tios, primos, mas que permanecam aonde seus antepassados tenham vínculos. Para ele , esta convivência, dá uma sensação de pertencimento que assegura no ser um bem estar de viver aonde ela é parte. Também acredito que este seja o ideal, pois concordo que as leis que regem os sistemas familiares produzem no individuo uma forca de agregação e pertencimento. Mas isto não determina que se o indivíduo não tem escolha desta família núcleo, ele não possa ter a chance de viver uma história de amor com outra família que o queira.
Lamentável ainda no ano de 2012, termos uma mídia tão preconceituosa, distorcida e que influencia milhares de pessoas na nossa sociedade. Esta novela já poderia até ter acabado, pois começou retratando uma mulher brasileira, trabalhadora, com ética , mas não suportando ela ser uma das milhões de pessoas que vivem esta história neste Brasil,o que parece uma realidade sem glamour e enfadonha, precisavam fazê-la rica para ser admirada e logo em seguida mudam a programação ( o nome já define o que fazem nas mentes das pessoas), lhe tirarando o foco, mesmo com a riqueza instaurada, para dar lugar ao maquiavelismo da outra, que agora, tem mais uma característica imperdoável na ótica perniciosa deles : É ADOTADA! E eu pergunto E DAÏ?

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Limpando os medos e voltando ao jardim do Eden


NOSSO PRIMEIRO MEDO UNIVERSAL: A SEPARAÇÃO OU O ABANDONO

Praticamente sem exceções, existe um sentimento que toma conta de nós quando ficamos sozinhos. Dentro de cada pessoa e família há uma sensação não expressa verbalmente de que existimos separadamente de quem quer que seja responsável por nossa existência. Percebemos, nos nebulosos recônditos de nossa memória remota, que fomos trazidos até aqui e então abandonados, sem que fosse dada uma explicação ou razão.

E por que deveríamos esperar que fosse diferente? Na presença da ciência que colocou um homem na Lua e traduz o código genético, realmente ainda não sabemos quem somos. Também não sabemos como viemos parar aqui. Sentimos no íntimo nossa natureza espiritual, enquanto, ao mesmo tempo, procuramos validar nossos sentimentos. Da literatura, do cinema, da música e da cultura, fazemos a distinção entre os nossos lugares aqui na Terra e um distante céu em algum outro lugar. No Ocidente, estamos habituados a separar a criatura do Criador, como vemos ao examinar a tradução da oração da Bíblia que descreve justamente essa relação: o Pai-Nosso.

Por exemplo, a tradução ocidental usual começa assim: "Pai nosso que estais no céu", ou seja, reconhece que a separação existe. Nessa interpretação nós estamos "aqui", ao passo que Deus está em algum lugar muito distante. No entanto, os textos aramaicos originais oferecem uma visão diferente para nosso relacionamento com o Pai Celestial. Uma das traduções para a mesma frase diz o seguinte: "Uno Radiante, Vós que brilhais em nós e fora de nós — até mesmo a escuridão brilha — ao lembrarmo-nos de Vós"2, reforçando a idéia do Criador não estar distante e separado de nós. Em vez disso, a força criativa de nosso Pai — seja lá qual for o significado que nós lhe dermos — não somente está conosco; somos nós e permeia tudo que conhecemos como sendo nosso mundo.

A descoberta em 2004 do Código de Deus e a mensagem vinda da tradução do DNA de todos os seres vivos nas letras do antigo hebraico e dos alfabetos árabes, aparentemente, apoiam essa tradução. Quando seguimos as indicações que nos foram deixadas no livro mítico do século I Sepher Yetzirah, descobrimos que cada um dos elementos que compõem nosso DNA corresponde a uma letra daqueles alfabetos. Ao fazermos as substituições, descobrimos que a primeira camada do DNA do nosso corpo, ao que tudo indica, apóia a admoestação que fala sobre a grande inteligência que está em toda parte, inclusive dentro de nós. No DNA humano literalmente se lê: "Deus/eterno dentro do corpo"3.

Nas ocasiões em que sentimos medo, mesmo sem estarmos conscientes do que precisamente ocorre, nosso corpo cria certa tendenciosidade emocional, experiência muitas vezes descrita como a de estarmos "carregados" ou "uma pilha de nervos". Isso aparece para nós como as convicções firmes que temos quanto a estarmos "certos" ou "errados" a respeito de alguma coisa, ou sobre como determinada situação "deveria" se desenrolar. Nossas cargas emocionais e excitações nervosas nos prometem que criaremos os relacionamentos que nos mostrarão qual medo precisa desaparecer. Em outras palavras, essas car­gas emocionais nos mostram nossos medos: quanto mais elevada for, maior o medo que nos assalta. E raramente essas emoções se enganam.

Assim, se conscientemente não lhe ocorrer a lembrança de seu medo de se­paração e abandono, existe boa possibilidade de que esse medo se revele mais tarde, da maneira mais inesperada e no momento mais inconveniente. Em suas experiências de romances, carreira e amizades, qual sua sensação? É a de ser aquele que "abandona" ou aquele que é "abandonado"?

Você é do tipo que é o último a saber que um relacionamento terminou? Os casamentos, empregos e amizades "perfeitos" parecem desmoronar diante de seus olhos, sem aviso algum e aparentemente sem nenhum motivo? Você fica devastado quando esses relacionamentos se rompem e falham?

Ou talvez com você aconteça o contrário. Seu hábito é o de abandonar re­lacionamentos, carreiras e amizades enquanto os laços estão fortes justamente para evitar ser ferido? Algumas vezes você se surpreende dizendo: "Seria me­lhor que eu desistisse agora, enquanto as coisas estão boas, antes que alguma coisa aconteça e eu me machuque". Se esse for o cenário que já aconteceu ou que está acontecendo agora na sua vida, há uma boa possibilidade de que esse seja seu modo, magistralmente criado e socialmente aceitável, de mascarar seus medos profundos do abandono e da separação.

Pela repetição desses padrões de relacionamento, seu medo pode ser redu­zido a um nível administrável. Pode até levá-lo por toda a vida. O outro lado da moeda é que o sofrimento tomou um desvio. Transformou-se no seu modo de não encarar o medo universal de que você foi separado da plenitude de seu Criador, abandonado e por fim esquecido. Como é que você espera encontrar o amor, a confiança e a proximidade tão ansiados se você está sempre partindo ou sendo deixado para trás, justamente quando você se aproxima?

O NOSSO SEGUNDO MEDO UNIVERSAL É A BAIXA AUTO-ESTIMA

Quase universalmente existe um sentimento em toda pessoa de todas as culturas e sociedades do mundo de que, de alguma maneira, não somos sufi­cientemente bons. Sentimos que não merecemos reconhecimento pelas contri­buições que damos à nossa família, comunidade e locais de trabalho. Sentimos que não valemos o bastante para sermos honrados e respeitados como seres humanos. Algumas vezes até nos surpreendemos com o sentimento de que não somos suficientemente bons para estarmos vivos.

Conquanto o sentimento de baixa auto-estima nem sempre seja consciente, ele está continuamente presente e fundamentando a maneira de abordarmos a vida e os relacionamentos com outras pessoas. Como mestres da sobrevivên­cia emocional, freqüentemente nos encontramos criando cenários na vida real equivalentes aos valores imaginários que atribuímos a nós mesmos.

Por exemplo, todos nós temos sonhos, esperanças e aspirações de realizar mais em nossa vida embora, freqüentemente, racionalizemos os porquês de não o fazermos. Como vimos em capítulos anteriores, a emoção é uma lin­guagem em si mesma, e é a própria linguagem à qual a Matriz Divina é capaz de responder. Nas ocasiões em que nos sentimos como se não pudéssemos al­cançar nossos maiores sonhos, a Matriz simplesmente nos devolve aquilo que estivemos usando diariamente: atrasos, provocações e obstáculos.

Ainda que possamos estar querendo alcançar grandes coisas, a dúvida que vem muito profundamente de dentro de nós, em última análise, provém de nossa baixa auto-estima. A pergunta que nos fazemos é: Sou suficientemente bom para ter essa alegria em minha vida? E por que deveríamos esperar que nos sentíssemos de outra forma? Na tradição ocidental judeu-cristã, o que nos dizem aqueles em quem confiamos e respeitamos é que, de certo modo, so­mos seres "de menor importância". Não somos tão bons quanto os anjos dos céus ou quanto os santos que nos dão lições. Essa mesma tradição convenceu muitas pessoas de que, apenas pelo fato de estarmos neste mundo, precisamos nos redimir da vida propriamente dita por razões que nos dizem estar além de nossa compreensão.

Há 2.000 anos somos comparados à memória editada, condensada e pre­ferida da vida de Jesus, com a antiga história de um homem com quem jamais poderemos nos equiparar. Algumas vezes a comparação é acompanhada de sé­rias admoestações, sugerindo que poderemos ser condenados a uma pós-vida bastante dura se não vivermos de determinado modo. Algumas vezes ouvimos algo mais leve, simplesmente nos lembrando de nossa inadequação por meio de perguntas tais como: "Quem você está pensando que é, Jesus Cristo?" ou então, "Como você vai chegar lá ... andando sobre as águas?" Quantas vezes já ouvimos observações semelhantes, significando que por melhor que a gente faça durante a vida toda nunca seremos tão bons ou valeremos tanto quanto o mestre do passado? Ainda que não levemos a sério tais comentários, lá bem no fundo eles nos lembram que de algum modo não merecemos ter as maiores alegrias nesta vida.

Mesmo que sua auto-estima seja elevada, até um determinado ponto você pode ser levado a acreditar nessas sugestões. Finalmente, é provável que todos acreditem, pelo menos um pouco. E como resultado disso, expressamos nossas crenças por meio de expectativas de nossas conquistas, da alegria que nos per­mitimos ter e dos sucessos que esperamos dos nossos relacionamentos. Nosso medo de não ter bastante valor para ter amor, aceitação, saúde e longevidade promete que cada um de nossos relacionamentos refletirá o medo da baixa auto-estima. E acontece de maneiras que nós nunca poderíamos esperar nem em um milhão de anos.

Por exemplo, quantas vezes já estabelecemos relacionamentos que não são exatamente aquilo que desejávamos, mas racionalizamos dizendo coisas como: "Por enquanto isso serve" ou "Isso é um degrau para algo melhor?" Alguma vez você já se descobriu dizendo: "Gostaria muito de dividir minha vida com alguém amoroso, bom, carinhoso, dedicado, mas...", ou então, "Esse não é um emprego em que eu verdadeiramente possa expressar meus dons e talentos, mas...", depois dando todas as razões pelas quais seus maiores sonhos não podem ser realizados naquele momento?

Se esses cenários ou outros semelhantes já se desenrolaram na sua vida é bem provável que eles sejam as máscaras criadas habilidosamente para você questionar seu próprio valor. Mediante seus relacionamentos pessoais e pro­fissionais, vem-lhe a lembrança de suas crenças íntimas acerca de si próprio, crenças que pedem uma cura mais eficaz.

O NOSSO TERCEIRO MEDO UNIVERSAL É O MEDO DE SE ENTREGAR E CONFIAR

Você alguma vez já experimentou um relacionamento de qualquer tipo em que o nível de sua confiança foi tão completo que se sentiu disposto a abrir mão da sua própria individualidade em troca do conhecimento de uma maior? Para ser mais específico quanto a isso, não estou sugerindo que alguém abra mão de si próprio e de toda energia individual em situação alguma. Pelo con­trário, a experiência que sugiro fazer é uma em que o sentimento do próprio eu é tão fortalecido que a pessoa se permite abrir mão de crenças pessoais sobre quem é ou deveria ser, na expectativa de uma troca por vir a ser, potencialmen­te, muito mais.

É quase universal a sensação que temos no nosso íntimo de que não é seguro optar por isso, não é seguro confiar a outras pessoas o saber de nosso corpo, ou a paz de nosso mundo. E por que deveríamos pensar de outra manei­ra? Não precisamos procurar além das notícias do jornal diário para ter mais razões capazes de justificar nossos sentimentos. Todos os dias nos mostram exemplos de comportamentos que parecem justificar, e até mesmo perpetuar, a sensação de que vivemos em um mundo assustador e perigoso. Este planeta que chamamos de nossa casa tem cenas de terror, assassinatos e assaltos sem limites diariamente, além de violações de confiança, traições experimentadas pessoalmente e a miríade de preocupações com a saúde para as quais somos alertados todos os dias, de tal maneira que certamente acaba nos parecendo um lugar assustador.

Em última análise, nossa sensação de segurança no mundo deve vir da segurança que sentimos dentro de nós. Para experimentarmos isso, devemos confiar e perguntar se temos fé na inteligência do universo, manifesta em todas as situações e que surge ao longo da vida. Se respondermos não a essa pergunta deveremos nos perguntar: Por quê? Quem ou qual experiência nos ensinou que o mundo não é um local seguro e que não é certo confiar?

Por exemplo, você crê no processo da vida? Quando descobre que o universo pregou uma peça em você, em um ente querido, em seu animal- zinho de estimação, você logo atribui a culpa a alguém para se sentir pro­tegido? Quando seus filhos saem para a escola de manhã você se preocupa, acha que eles não estarão seguros ou, ao contrário, sente que estarão em segurança e continua acreditando nisso até a hora em que eles voltam so­zinhos da escola?

Ainda que todas as coisas assustadoras que nos cercam hoje sejam parte da realidade, o segredo para superarmos nossos medos é saber que elas não precisam necessariamente ser parte da nossa realidade. Mesmo que isso soe como uma filosofia ingênua da Nova Era trata-se, na realidade, de uma crença bastante antiga que ultimamente vem sendo apoiada pelos mais avançados es­tágios da ciência. Sabemos que a Matriz Divina existe e que ela reflete nossos pensamentos, sentimentos, emoções e crenças em nossa vida, coração e mente. Temos conhecimento de que uma sutil mudança no modo de nos enxergarmos é tudo o que é preciso para mudar nosso coração, desempenho profissional e relacionamentos. E é nesse ponto que a natureza perniciosa do círculo vicioso do medo se torna aparente.

Princípio 18: A origem de nossas experiências "negativas" pode ser reduzida a um dos três medos universais (ou a uma combinação deles): abandono, baixa auto-estima e falta de confiança.

Se quisermos que alguma coisa mude, temos que romper o círculo e dar à Matriz alguma coisa diferente para ela refletir. Parece simples, não é mesmo? Pode ser simples, mas podemos ficar decepcionados; não é fácil mudar o modo pelo qual nos vemos. Talvez seja uma das coisas mais difíceis da vida. Por causa de nossas crenças interiores, enfrentamos a grande batalha, o grande desafio de todo ser humano, ou seja, a luta cujo resultado irá definir quem acreditamos ser.

Extraído do Livro: A MATRIZ DIVINA
Autor: GREGG BRADENP

A EFT pode nos ajudar a romper as crenças baseadas nos medos universais para que a Matriz possa refletir novas crenças positivas em nossas vidas.
Na presença de todas as razões que temos para não confiar, recebemos o pedido para encontrarmos uma saída da prisão na qual nosso medo nos tran­cou. Todos os dias as experiências da vida nos pedem para que demonstremos o quanto podemos confiar ... não confiar cegamente sem uma razão válida, mas re­almente sentir a segurança material e pessoal que nos pertencem neste mundo.
Por Simone de Oliveira

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

JULGAMENTO, QUEM SOU EU?


Estou treinando de forma insistente e vigiada o não julgamento. Digo que não é uma tarefa fácil, pois o nosso Cristo disse: " perdoai não 7 mas 70 vezes 7". Fico pensando porque falamos em julgamento e perdão na mesma instância? Penso que ao nos apoderarmos em julgar alguém, temos a pretensão da indulgência ,nos colocando no lugar de estar libertando este ser do castigo a que vai ser rogado, já que na nossa pseudo verdade , o julgado cometeu ato digno de castigo imediato.
Quando não fantasiamos vinganças, mesmo pequenas em que o julgado transgressor precisa aprender o caminho da verdade. E quer vingança mais sutil e enganosa do que o julgamento? Ora no momento em que nos tomamos da verdade e outro da escória ,cremos que podemmos definir o outro do jeito que imaginamos. O outro vira egoísta, manipulador, agressivo, traidor, mentiroso,mal educado,vira qualquer característica que possamos vingativamente denegrir a sua imagem. Pronto, primeira vingança contra o julgado do momento. Tem mais, esta perspectiva tende a ser partilhada com outras pessoas, contando toda a problemática vivida e induzindo a essa outra pessoa aderir ao julgamento e manter a imagem vingada. A partr daí, o julgador, se cerca de alianças que confirmam que seu julgamento é pertinente, e o julgado fica a mercê de a qualquer momento ser crucificado e ou morto na sua inconsciência de ações. Sim, o julgado, mesmo com todos seus equívocos ou não, pode estar ignorando a si mesmo. Não sabe de nada. Não sabe que é movido por sentimentos e emoçoes que desencadeiam mal estar e conflito.Lembro da história de Jó: Quando Deus pede para Jó ir para Nínive, pois assim ele pode encontrar sua consciência, este se dirigiu para um outro lado, pois não podia conhecer-se, era impuro demais para se encarar. Isto é o mais comum de acontecer entre nós, quantos deixamos de seguir o caminho da consciência, porque é muito dificil se perceber.
Devagar, um dia todos chegaremos a Nínive.....uns com mais agilidade pois a caminhada do espírito promoveu esta ascensão, outros ignorando completamente como escolhe esta estrada,e sem julgamentos, consciente de que " não há o que perdoar, por isto mesmo há de haver mais compaixão" , pois não temos como descobrir o mistério da vida, e de novo reconectemos com o Cristo: 'NÂO JULGUEIS PARA NÂO SERES JULGADO.